Meu amigo e companheiro Sena me mandou um belo texto para meu e-mail, achei muito bacana essa reflexão neste ponto de vista e decidir postar...
COISAS DA VIDA
Infelizmente somos um produto, uma mercadoria. E como qualquer produto, somos expostos desde os humildes balcões de uma mercearia, até as luxuosas prateleiras de Multinacionais. E da mesma forma como as mercadorias, vendemos o nosso conteúdo, nossa essência, nossa utilidade, enfim, nós mesmos. E ao observar pessoas da mesma natureza caminhando pelos corredores dos estabelecimentos comerciais na busca de um produto que possa suprir suas necessidades, percebemos que elas estão sempre à procura da mercadoria mais próxima da perfeição, em melhor estado físico, que aparentemente possua maior utilidade, ao passo em que outros produtos da mesma espécie, da mesma marca, da mesma quantidade, são deixados às margens da sociedade pelo primeiro suspiro de imperfeição ou por qualquer defeito irrelevante que seja. Nesse sentido, podemos exemplificar no fato de que quando vamos ao supermercado comprar uma lata de leite em pó, percebemos diversas delas expostas nas prateleiras, da mesma espécie, da mesma marca, da mesma quantidade, que possuem o mesmo conteúdo, a mesma essência e, mesmo assim, somos levados pela ignorância de escolhermos sempre aquelas que aparentam estar em melhor estado físico, ou seja, de melhor aparência externa, chegando ao ponto de deixar de lado aquelas que possuem um mínimo de amassado que seja em sua estrutura ou qualquer defeito imperceptível, sendo capazes, até mesmo, de sair em busca de outra marca do produto, ainda que de pior qualidade, mas que aparentemente esteja mais conservado. E assim é o ser humano, que ao longo da vida tem milhões de atitudes impecáveis, milhares de condutas exemplares, centenas de boas ações, dezenas de situações vitoriosas, mas que na primeira unidade de defeito, na primeira atitude infeliz, no primeiro erro, tem como perdido todo o seu brilho vitorioso, ofuscado pelos “juizeiros de valores” que enaltecem incomparavelmente mais a derrota às vitórias. E é nessa seara que trazemos em reflexão a seguinte parábola:
Um apresentador, antes de iniciar um espetáculo teatral, olha pra a platéia que lotava as cadeiras do teatro, retira de seu bolso uma cédula de cem reais, ergue-a, e pergunta:
- Quem daqui gostaria de receber esta nota de cem reais?
Todos, sem exceção, levantam os braços.
O apresentador, então, pega a nota, amassa, ergue-a, e torna a perguntar:
- Quem daqui ainda gostaria de receber esta nota de cem reais?
Todos, sem exceção, levantam os braços positivamente.
O apresentador, não satisfeito, pega mais uma vez a cédula, amassa repetidas vezes, pisa em cima dela, cospe nela, amassa ainda mais, e mais uma vez indaga:
- Quem daqui ainda gostaria de receber esta nota de cem reais?
Todos, sem exceção, erguem os braços positivamente.
O apresentador então, olha para a platéia e diz:
- Sabem por que todos vocês ainda desejam essa nota?
O silêncio tomou conta do teatro, e o próprio apresentador respondeu:
- Porque, apesar desta nota estar completamente amassada, pisada, cuspida, ainda assim, ela não perdeu o seu valor, a sua essência, ainda continua valendo cem reais.
E é dessa forma que devemos seguir, vivendo apenas enquanto estivermos vivos, procurando sempre enaltecer a essência da pessoas, o seu interior, e não julgá-las ou desmerecê-las por atitudes isoladas ou simplesmente porque a aparência delas transmitem idéias ruins, até mesmo porque, aparência não traduz o verdadeiro valor de cada um de nós.
Sena Júnior 25/10/2009
Infelizmente somos um produto, uma mercadoria. E como qualquer produto, somos expostos desde os humildes balcões de uma mercearia, até as luxuosas prateleiras de Multinacionais. E da mesma forma como as mercadorias, vendemos o nosso conteúdo, nossa essência, nossa utilidade, enfim, nós mesmos. E ao observar pessoas da mesma natureza caminhando pelos corredores dos estabelecimentos comerciais na busca de um produto que possa suprir suas necessidades, percebemos que elas estão sempre à procura da mercadoria mais próxima da perfeição, em melhor estado físico, que aparentemente possua maior utilidade, ao passo em que outros produtos da mesma espécie, da mesma marca, da mesma quantidade, são deixados às margens da sociedade pelo primeiro suspiro de imperfeição ou por qualquer defeito irrelevante que seja. Nesse sentido, podemos exemplificar no fato de que quando vamos ao supermercado comprar uma lata de leite em pó, percebemos diversas delas expostas nas prateleiras, da mesma espécie, da mesma marca, da mesma quantidade, que possuem o mesmo conteúdo, a mesma essência e, mesmo assim, somos levados pela ignorância de escolhermos sempre aquelas que aparentam estar em melhor estado físico, ou seja, de melhor aparência externa, chegando ao ponto de deixar de lado aquelas que possuem um mínimo de amassado que seja em sua estrutura ou qualquer defeito imperceptível, sendo capazes, até mesmo, de sair em busca de outra marca do produto, ainda que de pior qualidade, mas que aparentemente esteja mais conservado. E assim é o ser humano, que ao longo da vida tem milhões de atitudes impecáveis, milhares de condutas exemplares, centenas de boas ações, dezenas de situações vitoriosas, mas que na primeira unidade de defeito, na primeira atitude infeliz, no primeiro erro, tem como perdido todo o seu brilho vitorioso, ofuscado pelos “juizeiros de valores” que enaltecem incomparavelmente mais a derrota às vitórias. E é nessa seara que trazemos em reflexão a seguinte parábola:
Um apresentador, antes de iniciar um espetáculo teatral, olha pra a platéia que lotava as cadeiras do teatro, retira de seu bolso uma cédula de cem reais, ergue-a, e pergunta:
- Quem daqui gostaria de receber esta nota de cem reais?
Todos, sem exceção, levantam os braços.
O apresentador, então, pega a nota, amassa, ergue-a, e torna a perguntar:
- Quem daqui ainda gostaria de receber esta nota de cem reais?
Todos, sem exceção, levantam os braços positivamente.
O apresentador, não satisfeito, pega mais uma vez a cédula, amassa repetidas vezes, pisa em cima dela, cospe nela, amassa ainda mais, e mais uma vez indaga:
- Quem daqui ainda gostaria de receber esta nota de cem reais?
Todos, sem exceção, erguem os braços positivamente.
O apresentador então, olha para a platéia e diz:
- Sabem por que todos vocês ainda desejam essa nota?
O silêncio tomou conta do teatro, e o próprio apresentador respondeu:
- Porque, apesar desta nota estar completamente amassada, pisada, cuspida, ainda assim, ela não perdeu o seu valor, a sua essência, ainda continua valendo cem reais.
E é dessa forma que devemos seguir, vivendo apenas enquanto estivermos vivos, procurando sempre enaltecer a essência da pessoas, o seu interior, e não julgá-las ou desmerecê-las por atitudes isoladas ou simplesmente porque a aparência delas transmitem idéias ruins, até mesmo porque, aparência não traduz o verdadeiro valor de cada um de nós.
Sena Júnior 25/10/2009

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